quinta-feira, 25 de maio de 2017

Canta, pois a cantoria é prece!


Canta, pois a cantoria é prece!
Chora, que lava a alma!
Enxuga o pranto com a esperança de novo tempo...
Deus é misericordioso, e tudo nos será dado por acréscimo!
Sim!  Pelo plantio e colheita! Essa última é certa!



Maria das Graças Araújo Campos, 25/05/2017.
Graça Campos em resposta a RV.


Imagem do Google.

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sábado, 13 de maio de 2017

ELAS são ELOS que me enlaçam e tecem amor por aí afora...



ELAS são ELOS que me enlaçam e tecem  amor por aí afora...

Ser Mãe é sentir o coração multiplicar batidas dentro e fora do peito,
É mover a vida em amplo sentido da coragem,
Unir forças vitais, sonhos capitais, e desejar profundamente o bem!

Ser Mãe é encher-se de orgulho, quando vê a luta diária dos filhos
e suas conquistas com toda garra e honestidade!
É rir, chorar, sofrer e se alegrar por tudo que se diz respeito às crias...
É observar e aplaudir seus voos,
depois , tudo se aninha no coração das mães  mesmo à distância...
Ser Mãe de três amores é colheita de “Flores” ETERNAMENTE!
ELAS são ELOS que me enlaçam e tecem  amor por aí afora..

Aos amores, flores meninas de meu coração e ventre,
Hoje, mais belas guerreiras, mulheres  maravilhosas, e mães amorosas!

Maria das Graças Araújo Campos. 
ELAS são ELOS que me enlaçam e tecem  amor por aí afora...
Graça Campos, 13/05/2017.


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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Serro, de minhas raízes...


Serro, de minhas raízes, onde vivi toda a infância e adolescência cercada de montanhas, 
de fé e riqueza humana que fazem parte do “acervo memorial” de um torrão que me encanta. 
Alto Azul do Espinhaço.
Pintura a óleo: Serro, Igreja e Museu 

Artista plástica: Graça Campos 

Nasci em terras que acolhem meu universo!


Nasci em terras que acolhem meu universo!
E a cada dia em outros espaços,
Renascendo, sou do mundo...
Graça Campos


Maria Das Graças Araújo Campos: Artista plástica, poetisa, professora de Língua Portuguesa e Língua Inglesa. Revisora de textos em Língua Portuguesa...

terça-feira, 9 de maio de 2017

ELAS, LAVOISIERAS BELAS...



ELAS, LAVOISIERAS BELAS...

Olhares ficam enfeitiçados , oh, cerrados...
Meninas damas, belas e faceiras,
Delírio dos prados,  solos mineiros!
Vestidas  ao vento, desnudam  pensamentos,
dançam   valsas azuis e levam às alturas,
montanhas de sonhos...
 Delicados buquês,  leves criaturas,
benditas flores do cerrado,
Quimeras...
Elas, Lavoisieras  Belas...


Maria das Graças Araújo Campos. Elas, Lavoisieras Belas...

Graça Campos /2017





Poema e pintura, Da Série FLORES DO CERRADO. Maria das Graças Araújo Campos. Graça Campos.
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terça-feira, 2 de maio de 2017

Inesquecível prosa com papyrus.



Sei que a palavra vem, sei que o tempo se abre e a paisagem é rica de histórias. Assim, exalando silêncio, elas me calam. Apenas dedos de prosa entre olhares...
Lembranças do Nilo, Egito. Atrai-me pela formosura, a planta sagrada! Imponentes papiros de tom verde que renova! Acaso não existe, e o percurso comprova.
Importantes e belas precursoras dos papéis de agora...
Curiosos momentos em que a sina é ser mina, contemplando as “Minas” de meus sonhos.
Bem ali, no miolo das artes confiro, admiro, registro o que da fonte banha-me a fronte...
Reaprendo fabuloso passado, adentro a cronologia dos “Morros Gelados” e me encanto com imagens que remontam séculos.
Precioso encontro entre folhas ao vento, inspirando formas e respirando recantos da cidade-mãe, que, volta e meia, envolve a alma da gente de sentimentos leves, mas sempre reflexivos nos caminhos reais e na composição de sua contribuição ao país e ao mundo!
Papyrus se mesclam à obra do grande Mestre Valentim, “Garças de Mestre Valentim”, ou “Aves Pernaltas”, escadas esculpidas em pedra sabão, logo à entrada de casarões lembram o toque artístico, mãos e ombros esfolados de trabalhadores escravos, artistas anônimos. Da música ali, também mudo, espia o piano secular... Dos filhos das serranias, a família, a imprensa, engenharia...
Enfim, contempla-se das altas varandas do solar, mais solares de arquitetura colonial, palco e das arquibancadas do saber de um povo.
Revejo os jardins internos alusivos à infância em geral. Destacam-se lá, os belos e elegantes papiros insinuantes! E nós continuamos em pensamento, interessante conversa.
Sei que o tempo se abre e a paisagem é rica de histórias! Inesquecível prosa com Papyrus...


Maria Das Graças Araújo Campos. Inesquecível prosa com papyrus.


Graça Campos. 30/04/2017.
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Padrão de Beleza


Especialmente o corpo feminino é visto sob normas e formas ditadas, de acordo com cada época como convêm ou convinha à sociedade, ao consumismo. Na verdade, um pacote de regras rígidas, na maioria, frustrantes. O corpo feminino visto como instrumento e objeto.
E a originalidade, o sorriso, o caminhar exclusivo de cada idade? Felicidade?
Muito se estuda, comenta-se, manifesta-se, debate, acusa-se e defende-se sobre a mulher em sua história. Em alta, a exigência de respeito, de igualdade, conquistas desde tempos remotos, buscando por seus anseios.
Através de lutas constantes, sofrimentos gritantes, mulheres, ao longo dos séculos, vêm tentando ocupar, por direito, a decência e dignidade, reconstruindo e recriando autoestima, ocupação, produtividade, ação, conhecimento, aceitação, disciplina, liberdade e valor por mérito.
E a beleza? O que é ser belo (a)?
Bela questão de consciência, e de pontos de vista. Sendo assim, a minha liberdade de expressão denota que beleza é riso solto, alegria, originalidade, competência, talento, inteligência, autoconfiança, e respeito.
À beleza não cabe enquadrá-la em padrões que excluem e discriminam. Padronagens são perfeitamente cabíveis em coisas, objetos. Portanto, o belo é bem a cara da riqueza interior, do tom da fala, do som que se emite, do verbo que se cria na ação do pensamento e das ações concretas.
Em seu mais alto e livre padrão, acredito na beleza que reflete o brilho nos olhos, leveza em transparência e luz interior, que acende e ascende a vida...
TIM – TIM, À SAÚDE: física, mental e espiritual!
Hoje o estilo é a moda!
O charme fica por conta da liberdade.
A escolha é de cada qual.
O Feminino busca e rebusca os adornos para contornar o “Ser” Mulher da cabeça aos pés...
E, acima do gênero, a essência humana em foco: ser para SER!
Beleza é autenticidade e responsabilidade no vai vem das voltas que a vida dá...
Beleza é renovar-se nos aprendizados, beber da fonte dos sonhos, ter coragem, fé e foco dia-a-dia nos embates das horas. Beleza é cada qual se respeitar , brilhar e aceitar o brilho do outro. É cair, levantar, seguir, vestir a túnica do conhecimento e dar vida à vida.
Beleza é viver e não ter vergonha de ser feliz!



Maria das Graças Araújo Campos. Padrão de Beleza.

domingo, 23 de abril de 2017

LIVROS: Cordões em tessitura, estradas da memória...




LIVROS: Cordões em tessitura,  estradas da memória...


Livros, acima de amigos, guias, mestres mudos, onde embarques e desembarques reencontram sentidos, emoções, motivos de viagens  inusitadas de  saber aprimorado!
Alteram-se questões e atiçam buscas do viver e aprender! 
Alinham-se filtragens , composições e decomposições de conceitos, aceleram ideias, e tornam vivaz a vontade de ver além dos cumes, e cumeeiras, acendendo lâmpadas, remexendo memórias e criando cenários na abordagem desse universo de letras, imagens, documentários, e o sangue corre nas veias das lembranças, levando e trazendo histórias reais ou mesmo ficcionais.
Livros, janelas abertas, onde os ventos se arranjam em pensamentos moídos, remoídos, à frente de cada tempo,  sem se dar por vencidos em temporais e adventos...
Livros, alimentos, se bem escolhidos, argumentos que  se aninham como sementes, brotando vida, ressurgimento...
Livros têm asas, dão-nos asas,  tornam-nos pássaros que migram ao conhecimento...
Páginas de descobertas, alertas, sem trancas...  

Cordões em tessitura,  estradas da memória, onde os registros falam o que a mente e alma revelam... Silenciosos, driblam os gritos, as dores, as alegrias, os fatos e a proeza das vozes que calam, fazem pensar, agir, rever e reerguer nas entrelinhas, incontáveis fênix da vida!



Maria das Graças Araújo Campos. LIVROS: Cordões em tessitura,  estradas da memória...

Graça Campos/23/04/2017.







Origem da palavra Livro 
Uma espécie de papel primitivo era feito com essa membrana. Em inglês, “Book”, vem de  bok  de raiz germânica significa faia, uma árvore. Enfim, O termo "livro" nos remete, em várias línguas, a palavras relativas a árvores. Na maioria das línguas latinas (libro em espanhol e italiano, livre em francês) veio do latim liber, a fina camada fibrosa entre a casca e o tronco da árvore que, depois de seca, pode ser usada para escrever (e realmente era, num passado longínquo). Já nas línguas de origem anglo germânicas (book em inglês, Buch em alemão e boek em holandês) o termo advém de bokis, nome da árvore que hoje se chama beech em inglês, da qual se faziam tábuas onde eram escritas as runas, uma antiga forma de escrita da Europa do Norte.
Fonte Google






sábado, 22 de abril de 2017

Som das montanhas...




O som das montanhas convida-nos às notas musicais em cada vida: mineral, animal e vegetal à altura dos limites...  "LIBERDADE", sendo bicho, pedra, mata, águas...
Com tons e vozes singulares comunicam com o TODO e silenciam! Sabem ouvir respeitosamente o universo individual de cada ser natural...
Uma sinfonia envolta de respeito à morada de todos!

VIVA o respeito à Terra!


Maria Das Graças Araújo Campos
Graça Campos. O Som das Montanhas

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segunda-feira, 10 de abril de 2017