sábado, 12 de janeiro de 2019

Olhares de Mulher: O Retrato de Carlota Amália


Olhares de Mulher: O Retrato de Carlota Amália
O tempo se revela nos reais fatos e virtudes. Também os feitos, por mais que sejam anônimos. Esses sim, verdadeiros casos com teor de lendas, mas ocorridos.
Certamente, a moça do retrato a óleo havia de ser forte, guerreira, nobre... Sem contar os dotes, que eram e continuam sendo posses e possibilidades, por questões culturais, para a maioria das mulheres. Ainda que em pesquisas não se encontrem dados maiores sobre a dama daquele retrato, convenhamos que, ao lado de grandes seres humanos, há inevitavelmente a presença e parceria, no caso, a quem me refiro: Carlota Amália, especialmente, Carlota Amália de Azevedo Otoni: senhora, esposa , companheira de grande personagem, como consta a história.
Bem jovem e bela, Carlota Amália de Azevedo Cunha, passou a assinar o sobrenome Ottoni, ao casar-se com o ilustre, Theóphilo Benedicto Ottoni, em 10 de novembro de 1841 no Rio de Janeiro. Ela era filha do filha do Conselheiro Joaquim Francisco de Azevedo e de D. Marianna de Azevedo Cunha.
Na arte, em pintura a óleo, de face meiga, imagina-se a paciência da vivência e convivência, assim como dos desejos aquém, para que a vida se sobressaísse à moda de época do século XIX, mesmo que fosse a moça à frente de seu tempo. O espaço reservado ficou na história para a história.

Os olhares de mulher caçam outros olhares. Observando a arte, quis saber um pouco mais sobre a figura humana em trajes azuis, colar em rosário , brincos nos cabelos, uma finíssima tiara , jeito de menina, senso de mulher e no olhar... Serenidade? Devaneios? Buscas?

Bela dama das impressões que aqui expresso com admiração!
Maria das Graças Araújo Campos. Olhares de Mulher: O Retrato de Carlota Amália.
Graça Campos, 12/01/2019



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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Nova prosa com Papyrus



Nova prosa com Papyrus
Antiguidade, um dia, foi o novo. Minha prosa com papyrus, acredito, vem de amizade remota.
Embora não sejam esses das margens do Nilo, a relevância que projetam é de regar origens, um dos bens maiores, ou seja, das origens, os frutos remanescentes.
Converso e confesso às margens de “Quatro Vinténs”, o que ouro nenhum pagaria pelo frescor e riso de alma, segredando, e também explicitando sentimentos.
Gosto do abraço verde desses caules tão peculiares ... Amo a saudação da natureza que, silenciosa, dá-nos “Boas Vindas” sempre lembrando-nos de gratidão às mãos que zelam os jardins da vida.
Encantam -me as cabeleiras em forma de pompons e, bem no miolo, pequenos detalhes são minúsculas flores repletas de delicadeza!

Graça Campos09/01/2019.


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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

VALQUÍRIAS, Vigilantes Guerreiras


VALQUÍRIAS, Vigilantes Guerreiras

Vigilantes, guerreiras em suas multifaces
No paradoxo da armadura, a veste transparente,
Voo de borboleta!

Mulher de ontem, escudeira, Valquíria de hoje, companheira,
Anfitriã, senhora de ternura e encanto
Em gestos de bravura,
guardiã, do riso e pranto...

Não importa a condução que a leve aos infinitos sons
Se, o imortal pégasus cruzando o azul,
e nuvens plúmbeas
Ou sobrevoos com suas próprias asas
Ostentando beleza e sentimento
Acalanto do tempo da coragem
Da consciência e discernimento, à luta frequente 
por direitos sagrados...

Incansáveis espíritos guerreiros femininos
Creem nos sonhos, sonhos remotos
Por quantos campos, for preciso, de batalhas
Adentrando nuvens densas
Cavalgam belas e brilhantes
Do mar de espumas flutuantes, a terra firme,
Mensageiras, tecelãs, zelo constante
Valquírias que se lançam aos desafios
De vida ou morte!

Entre trovões e relâmpagos, o espaço riscam
Mulheres caçadoras, com suas lanças
Provocando rara luz, o espetáculo
Que faz da atmosfera indício de vitórias
No esplendor da aurora boreal e a gloria!
Vigilantes, guerreiras em suas trajetórias!

Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos, 16/12/2014.

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domingo, 16 de dezembro de 2018

A música, o tempo, a paisagem... Vozes que me inspiram!



A música, o tempo, a paisagem... Vozes que me inspiram!

Lembrando Cruz e Souza,
minha atrevida voz em poesia,
canta os versos solidários,
sonora paz entre todos!

Vozes veladas, veludosas vozes,
nas cordas enaltecias notas,
tudo ecoa sereno,
vibrato ao ar que nos inspira à fonte natalina...

Tudo acalma e voa sobre mentes
velando os ventos...

GraçaCampos/Dezembro/2018.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

terça-feira, 20 de novembro de 2018

LUMINESCÊNCIA (Flor de Luz -Poesia Humana)


Luminescência (Flor de Luz -Poesia Humana)

Giram sóis absortos de calor.
Silenciam as flores dançarinas,
ouvem-se risos fartos 
e as damas, todas elas vestidas, requintadas,

colorem espaços em seus divinos tons.

Ecos de notas universais, entranhas maternais,
essência do miolo às bordas florais
trocando luzes, bailam em lições de viver
no ensaio - show da natureza
que se curva diante da beleza mulher, 
poesia Humana!




Para a Flor de Luz, Marcia Rocha
GraçaCampos/20/11/2018.
Foto pessoal 
cedida com os devidos créditos.




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sábado, 17 de novembro de 2018

ALDRAVAS E ALDRAVIAS


vi
aldrava
via
sonhos
portal
poesia



Graça Campos/ NOV/2018

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

E VIVA A ROSA, Mais que flor , mãe : AMOR!




Ela revive e presenteou as filhas, florescendo no jardim da Graça, da Rosa e agora, no jardim da Bia. Que lindo presente, mãe! Gratidão!
Olho a rosa , vejo o amor ensaiando cantigas ...
Sonho um sonho de menina, vejo o quimono que labutou em sua dedicação de matriz. Sinto fragrâncias de mimos, cores e preces... E a vida renasce em cena, em nossas memórias irmanadas.
“Mães não morrem. apenas ficam encantadas”, dizem os poetas.
Mãe, cada galhinho de tua roseira, brotou com força total, aquela força que , quando as filhas mais precisaram, receberam de teu olhar firme, esverdeado e repleto de esperança, os abraços e palavras de otimismo, fé e bom ânimo. Da expressão de cada encontro, das visitas, possíveis presenças , de remoçarmos a vida e continuar nossos caminhos...
Quem não se lembra? O sorriso na face, e as palavras de coragem:
“Hoje estou com a FORÇA TOTAL”! Basta buscar na memória, e as palavras ressoam trazendo essa incrível força com certeza!
“E viva a rosa, a rosa, as rosas
Cantadas em verso, cantadas em prosa
Rosas em flor, rosa em botão
Dentre as flores, Mãe e “Estrela”, a mais bela
Mais que flor , mãe : AMOR!
Nossas roseiras florescem, nossos corações agradecem a presença , o aroma, a cor rosa preferida, tudo é vida, mãe querida!
Ela revive e presenteou as filhas, florescendo no jardim da Graça,😍 da Rosa 😍e agora, no jardim da Bia😍. Que lindo presente, mãe! Gratidão!🙏🌷🌷🌷🙏



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domingo, 23 de setembro de 2018

Viajando na memória dos encontros






Sou retalhos
Caminhos
Cheiros
Abraço e beijo
Sabores...

Riso de encontros e lições de siso
por onde se tecem fios de histórias,
fatos e feitos,
prosa, verso
e vida...

Sou argila refazendo jarro e pote, 
ora trincados, 
vazando olhos chorosos.
Sou semente e canteiro,
prezo dotes.
E me enfeito de arte, 
trançando cores, 
conquistando passos, 
vestida de flores.
Evito verbo que talha, 
ensaio o gesto que valha
a cor da paz,
a musicalidade, 
o silêncio pensador,

por um ato de amor!
Maria das Graças Araújo Campos. Viajando na memória dos encontros. 21/09/2018.
GraçaCampos

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Viajando na memória dos encontros





Sou retalhos
Caminhos
Sabores
Cheiros
Abraços
Beijos...

Riso de encontros e lições de siso
por onde se tecem teço fios de histórias,
fatos e feitos,
costurando em prosa e verso,
A vida...

Sou argila refazendo jarro e pote,
ora trincados, vazam olhos chorosos.
Sou semente e canteiro,
prezo dotes
e me enfeito de arte,
trançando cores,
conquistando passos,
vestida de flores.
Evito verbo que talha,
ensaio o gesto que valha
a cor da paz,
a musicalidade,
o silêncio pensador,

por um ato de amor!

Maria das Graças Araújo Campos. Viajando na memória dos encontros. 21/09/2018.

GraçaCampos

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