domingo, 8 de abril de 2018

HOMENAGEM


                                 
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Sílvia Mota, queridíssima amiga, artista, dentre tantas habilidades e títulos, dos quais sobrepuja a nobreza de tua alma bondosa!
Quando vi, pela primeira vez, a homenagem, palavras me faltaram e faltam-me até mesmo, no momento atual. Recebi com emoção e choro, por sentimentos mistos de gratidão, surpresa, alegria por tamanha consideração às minhas artes.
Foi em um dia (noite), minuciosamente, escolhido por Deus, acima de tudo! E, pela sintonia e afinidades, soou como bálsamo em meu ser! Relendo-a,  o coração responde com tanta leveza...
Abraço de alegria e celebração em nome das artes, comunicação e respeito, todas as vezes que vejo e releio, acredite, com carinho, agradecida para sempre!   

Maria das Graças Araújo Campos/Abril/2018

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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Entre tons de outono


Olhar o céu de outono à noite, é mais que ver, simplesmente, um infinito pontilhando e pontuando a fertilidade da imaginação. Sinto a Constelação de Áries a brilhar intensa, iniciando um novo astral, a captar-me desejos e pedidos.
Primeiras estrelas que surgem, afaguem-me os anseios nesse tom noturno, entre ouro e prata, divergente da secura outonal.



Bem próximo da cadeira da varanda que, a essa hora, caçou um canto no jardim, cadeira essa, de ver estrelas, adormecem profundo sono, folhas sem viço, estrelando a morte!
Assim a lua emprestou suas cores, vestindo de focos luminosos, a derradeira hora das folhagens. Foram tantas as histórias e trajetos até se desfalecerem umas em meus pés, aninhando-se quase sob os chinelos gastos, preferidos, poderosos contadores de causos e passos, e cheios de manias mesmo. Folhas outras desse tempo promovem viagens ousadas e fatais, deixam nuas suas moradas, já que, de ciclo em ciclo, a vida carece vida. Sem contar os méritos e grandes lições, elas se transformam em livrarias da estação do Fall. Uma das impressionantes páginas diz-nos da habilidade do desprendimento. Outra, da transparência dos fatos reais. Os tons terra têm cheiro e sabor de vivências. Novas cores expressam gratidão. Manhãs rosadas, tardes douradas, chão em matizes descorados, alguma vermelhidão mesclando a vida. Tudo é mutação.

No Outono, minha alma é primavera. Em abril sou “Flor” reinventada...






Maria das Graças Araújo Campos, 05/04/2018.

Graça Campos. ENTRE TONS DE OUTONO.

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segunda-feira, 26 de março de 2018

PROSA COM A NATUREZA...


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Imaginação - SÉRIE - Desenho Livre



Penso que a leitura e a frequentação das artes 
desabrocha a imaginação para um mundo mais puro.
Manoel De Barros



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SÉRIE - DESENHOS


 "A gente não gostava de explicar as imagens porque
explicar afasta as falas da imaginação."
 Manoel de Barros - Menino do Mato


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quinta-feira, 22 de março de 2018

Lavandeira

Lavandeira
Libellulus, liber, "livro"...
Páginas da vida onde a beleza real é a elegância da leveza.
Brilha a limpeza da roupa que, lavada, desfez vestígios sofridos que se foram nas águas do rio...
Brilha a tez renovada, onde a força positiva vira self de alma sossegada...
Abordo a lembrança de ancestrais, na ternura do momento, ornamento, orla do cais...
Asas abertas, transparentes sorriem o riso dos olhos de enxergar milhares de facetas vindas dos ventos que espargem toda a dor.
O coração da libélula ouve o silêncio, para ouvir as vozes da cascata.
Lavandeira solfeja o canto de esperança de Novo Ano!


Graça Campos Janeiro/2018.
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O/S/T Luiz Pinto MG

TECELÃS - (No tear, o Viver...)



Tecelãs (No tear, o viver)...
No Tear, os fios escrevem rios de causos, risos, lágrimas, anseios. Tecem silêncio, partilham ideias. À espreita, seios abastados de sonhos dentre lineares caminhos. Olhos despertos, cabeças visionárias acolhem a certeza de que a vida urge!
No tempo, o tecido resguarda segredos. Por entre mãos, dons divinos ateiam movimentos que preservam o gosto e coragem da lida, deixando escapar a criação. A cada laço e ponto, a destreza do caminho. E a criatividade se alastra na busca do alimento que sustenta bocas e corações...
Cestos vazios serão preenchidos, peças bordadas, pretextos de alegorias. Tudo será cheiro provedor, vestes temperadas de sabor, cordões tecidos de ricos pobres, pobres ricos, essenciais contos de ontem e de agora.  E as histórias se expandem na universalidade do poder da fé, feitio de laços entoados de labor...
Saudades, desejos e musicalidade lacrimejam perseverança na exatidão das medidas em sensatos pontos que aguçam o viver! Acrescentam-se os nós delimitando a pressa da impaciência. Alonga-se o respeito: Da cabeça ao peito. No restante, delineados ajustes de satisfação fluem e despem a cor vivaz de ser tão fértil/mente, corando a nua tez e revestindo a alma de brilho intenso.
Dançam fantásticas fiandeiras, fantasiando pés sonhadores e coroando pensamentos que seguem fiando, fiando pelas sendas do destino!

Maria das Graças Araújo Campos. Tecelãs (No tear, o viver...) 02/02/2018.

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Conjugando o outono...


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quarta-feira, 14 de março de 2018