sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Tons do amor, cor de rosa à mãezinha, "Estrela Vitória"!


Tons do amor cor de rosa,

na roseira formosa,

enchem os olhos da alma...

Rosas miúdas,

Veludo em pétalas

Mudas, exalam

Saudades,
palmas,
sorrisos...

Meu coração relicário

guarda momentos festivos...

Hoje, envio-te as rosas mais belas e delicadas,
mãezinha, "Estrela Vitoriosa"!

03 de janeiro/2018



G Graça Campos Araújo Campos
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Série Desenhos livres / 2017

Série Desenhos livres / 2017
Antes, desenho era a escrita. Atemporal, expressão de ideias e fatos.
No tempo, vai contando vidas, na assimetria dos traços, quando, tomada de leveza, esboços escapam formas, imagens se desprendem do imaginário.
Real, surreal, ficcional, sem tanta importância... Indefinir é mais relevância.
A inspiração, essa vem, com certeza, de dados e suaves momentos em que a brisa abrangente adentra a alma da gente.
Desenhos livres/ Ano:2017
Maria das Graças Araújo Campos









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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O Abraço que ficou para sempre...








Mães não morrem... Ficam, de repente, encantadas, como dizia o poeta das "Rosas".

A janela da moça assiste às buscas da alma,
 dos olhos esverdeados,
Estrelas de Esperança!

A moça da janela, agora, de lá, reflete a essência pura da existência de cá...
Plantou exemplos de amor, dedicação, fé, retidão! 
A grande guerreira, Maria das Dores, que de "Dores" não tinha nada, 
foi e continua sendo " Maria Vitória"!

Como amava ser tratada assim...

Virou Estrea maior, com brilho mais intenso. 
Das nuvens continua tecendo agasalhos de afetos, 
a resguardarem do frio, dos ventos fortes, e da solidão, 
a quem o amor será eterno...
Dos altares, entoa cânticos angelicais. 
Trocou o violão por novos instrumentos, bem mais afinados, 
canta louvores...

Tarefeira incansável aos afazeres em prol da evolução,
parceria divina!

Moça da janela, mãezinha maravilhosa, luz do amor!

Eternas saudades... 




Maria das Graças Araújo Campos, 13/12/2017



Olhar sonhador à rua calma, vazia
Torna-se inquieta e cheia
Mundo real e fantasia
Debruça seus braços,
Vê um mundo
De sonhos dourados
A moça da janela de madeira maciça
Tão forte e tão ampla
Quanto os pensamentos viajores
Que se vão ao longe...
A janela da moça assiste às buscas da alma
Dos olhos esverdeados,
Estrelas de esperança
Ali desfila universo de desejos
Anseios de menina - mulher
Contando as horas,
Esperas transformadas
Futuros e eternos amores...
O hoje amanhecido orvalhado
Brilhante derretido pelo sol
Registra a passarela centenária
Sustento dos passos cautelosos
Na postura sensata de seu caminhar
A janela da moça
A moça da janela
Quimera!
Contou pedra por pedra
Os desiguais pés-de-moleque
Em suas sendas
Fortaleceu a construção de sua sina
Ensaiou as primeiras primaveras
E coloriu de azul o amor
Em voo livre de ser além do tempo
À ternura do olhar colhe estrelas
Até aquietar-se a colher flores
Em paisagens ousadas
Imaginário incontido das noites
De um céu feérico de luar
De serenas madrugadas
Encantos em serenatas
Áureas e frescas manhãs
Em clara face aveludada
Da flor mais bela
E mais amada
A moça da janela!...
(A seu lado, a conselheira D. Esperança contendo as emoções da vida!)
Maria das Graças Araújo Campos
CAMPOS, Graça. Poema. A moça da janela.
Poema dedicado a minha mãe, linda e amada! Dos Anos 50.




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