quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Meus fãs e também ídolos!

" Eu fico com a pureza da resposta das crianças, 
é a vida, é bonita e  é bonita!"... 
Gonzaguinha.

É de se contemplar a pureza das artes das crianças!
Que imensidão apreendo com meus pequenos artistas que, 
de pequenos, 
só mesmo a estatura física...
As experiências tornam-se riqueza de informação e valorização 
da capacidade e habilidade do outro.
O fazer pensar, exercitar, excitar, refletir, descobrir, 
buscar o novo, torna-se mágico, incrível momento da percepção!
São apaixonantes os pequerruchos!
Meus fãs e também ídolos!





É de se contemplar a pureza das artes das crianças!
Que imensidão apreendo com meus pequenos artistas que, de pequenos, só mesmo a estatura física...
As experiências tornam-se riqueza de informação e valorização da capacidade e habilidade do outro.
O fazer pensar, exercitar, excitar, refletir, descobrir, buscar o novo torna-se mágico, incrível momento da percepção!
São apaixonantes os pequerruchos!

Meus fãs e também ídolos!




É de se contemplar a pureza das artes das crianças!
Que imensidão apreendo com meus pequenos artistas que, de pequenos, só mesmo a estatura física...
As experiências tornam-se riqueza de informação e valorização da capacidade e habilidade do outro.
O fazer pensar, exercitar, excitar, refletir, descobrir, buscar o novo torna-se mágico, incrível momento da percepção!
São apaixonantes os pequerruchos!

Meus fãs e também ídolos!





Graça Campos, 05/10/2017.

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domingo, 1 de outubro de 2017

Na solidez das rochas





Na solidez das rochas aos minúsculos seixos de rios e corredeiras, 
a água lava, a pedra fortalece 
e o verde  da paisagem  é seiva em mim...  

Tudo vive quando se absorve a fluidez das criaturas divinas! 


Graça Campos, 01 de outubro de 2017


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sábado, 30 de setembro de 2017

ESSÊNCIA...



 Viva a essência e a unidade de cada ser!
Viva a beleza, que aos olhos de quem vê, 
é parte de si mesmo(a)!




Pensamento e fotos Graça Campos, 30/09/2017.
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sábado, 23 de setembro de 2017

LEMBRANÇAS DA FAZENDA DO CEDRO - AVÔ E NETOS




Dia desses conversávamos sobre as lembranças e mimos da infância.  Meu marido e eu temos  essa mania do diálogo, o que  faz bem , creio , a todo e qualquer  relacionamento e à boa vivência em todos os tempos.
A convivência entre gerações, sem dúvida, produtiva, revela-se como fonte onde se jorra a entrega e a busca, troca de afetos, do ponto de vista entre o velho e o novo, enriquece a soma de conhecimentos, a sabedoria e práticas da vida. Enfim, somam-se, aos inúmeros benefícios, a alegria e o rejuvenescer!
Há tempos ouço contar alguma história de convivência boa e de saudade... Alguém que deixou suas marcas entre conversa e outra, pregando valores em lições onde a vida caminha pelas vias afora... 
Ele viveu no Século XIX a XX: Constituiu família numerosa, o que era próprio da época. Pai, avô, bisavô, fazendeiro cultivava em suas terras, o milho, feijão, arroz, mandioca, cana, dentre outros alimentos.  Produzia rapadura, farinha, criava aves, produzia o queijo minas.  Homem enérgico, mas também carinhoso e caridoso, assim contam os netos, quando se juntam para falar de parte da infância que passaram bem próximos ao avô.  
Um deles, a quem o avô apelidara de “Barão”, esse me conta, com orgulho, de fases da infância que a memória festeja  e agradece.
_ ”Eta, homem bom! Um homem desses  devia  estar vivo!  Ele era farto, cativava a todos pelo bom tom da boa educação e, por aí, vai tecendo elogios e falando da bondade do Vovô Alfredo”!
 Em geral, quando se reúnem, empolgam-se ao contarem da época deles, da meninada lá na fazenda. Parece sentirem até o gosto e cheiro das quitandas, das frutas, do café com leite  servidos com prazer. E mais, dos banhos no rio, das peraltices  e dos galopes a cavalo pelas trilhas, o que deixava os adultos atentos a qualquer eventualidade.
Entre uma conversa  e outra, um vai e vem e outro, uma pausa para os detalhes e nomes das pessoas que também viviam lá, trabalhadores, fiéis  amigos. Uns ficaram mesmo, como se fossem da família. Raimunda e Mariana, Conceição de Zé Julião, o carreiro, Lolói Canela... Todos reverenciavam o senhor Alfredo, pois era bravo, enérgico, gostava de tudo em seus devidos lugares. Mas era muito bom!  Ele tinha o hábito de assoviar e às vezes parava para contar histórias. De vida mesmo!
 Uma delas, que causava uma boa dose de medo, era a história de uma luz que o acompanhava ao voltar das visitas aos filhos, já casados, que moravam nos arredores.
Dizia que a tal luz ficava no pé do cipreste desde o momento em que desarreava seu animal de montaria até que adentrasse o casarão.
A Fazenda guarda ricas lembranças, riso de crianças, papo bom de vô e netos, e muito suor!  Suor e labuta de tempos em que o luxo não existia, a vida era bem simples, nem estrada havia...
Preservada com carinho e zelo, a Fazenda do Cedro, pertence a uma das gerações da família, cujo proprietário é  seu neto, Dorvalino, (Juninho Campos) um dos  maiores produtores de queijos de Minas Gerais!


Graça Campos, Setembro/2017. 






Maria das Graças Araújo Campos/ 23/09/2017.

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

POESIA DE MINH'ALMA



Poesia de minh' alma,
Alma que fala e se cala no silêncio dos versos
que, armados de brinquedos, contém segredos ora revelados,
galopa na canção do vento, tons professos
enrosca no tempo onde a pá/ lavra por toda a eternidade!

Alma, lamento na folha que chora , no uivo da fome, e, vivaz,
sacode o lema da PAZ  
na lágrima da guerra,loucura íntima,
tenaz, explícita, capaz
de revelar na roda viva ,  
a dança do pensar em solidez
e doçura, veracidade,
formosura,
a força da fé, o murmúrio das ondas
onde os homens se perdem em braçadas, nas profundas águas   
entre o saber e a inconsequência, 
 no fogo do inferno interior e no Céu de Parnaso.


Poesia de minh’ alma, suspiros em preces nas flores vivas e murchas,
no fogoso riso da vermelhidão do signo,
na fria e branca névoa a encobrir véus da verdade ,
confissões de folhas em derradeiros suspiros das idades...
Poesia , alma que ascende e revigora a mente,
semente , recital,  e sons veementes ,
instrumento , arte, brinquedo sério...
Poesia leve, e pesada,em seu fardo,
declama, clama e canta o canto da garganta,
liberta voz, fonte e coragem   
A carregar do mundo, os sentimentos...

Maria das Graças Araújo Campos.  POESIA DE MINH’ALMA.

Graça Campos


Imagem do Google



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quarta-feira, 20 de setembro de 2017





É sempre bom refletir...
Dos elogios e críticas

Um elogio incomoda muita gente, dois elogios incomodam muito mais... Assim também, as críticas! Esse primeiro motiva, alegra, faz pensar nas verdades e /ou falsidades. Dependendo da maturidade de quem o faz e recebe, seduz ou manipula.

No entanto, a crítica é relevante no sentido de atuar como geradora do crescimento, evolução e reconhecimento, pois torna-se filtro do negativo ao positivo, sem melindres, sem ofensas ou vice-versa. Atire-se a primeira crítica quem não goste de um elogio! Faz bem à autoestima. Promove a autocrítica e autoconfiança, enaltece as qualidades, tece louvores, o que se leva a pensar, muito mais relevante que tecer defeitos os quais, certamente, não geram amabilidade.

Elogiar : aceitar as habilidades que se desenvolvem no outro. Saber admirar a capacidade, o trabalho de aprimoramento que acontece no dia a dia do ser humano, quando se busca aprimorar... Nada é perfeito, ninguém é perfeito, somos seres em constante desenvolvimento, mirando metas ou tendo vertigens, olhando as setas e acertando as retas, sonhando acertar quando se erra , mas acerta! Elogiar é carinho, gentileza, não tira pedaço, ao contrário, acrescenta boas energias e o retorno faz bem...


Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos, 20/09/2017.


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domingo, 10 de setembro de 2017

Sob Medida. O vestido de chita.

Imagem Google Algodão

Manhã de ventos fortes! Rebuliço nas folhas que ganham asas comuns à estação.
Pétalas fluem, tingem o verde, e se doam em buquês (amarelo e rosa) dos ipês.
O céu da paisagem pinta os olhos da gente. Um silêncio íntimo absorve as vozes do tempo...
No campo, a vida descansa para reinício de semana.
Ao longe, fumaça e fogo trazem cheiro e gosto de melado no misto dos aromas das florinhas que balançam e tentam se firmarem no chão, onde moram seus pés, onde, à caça do novo, se pisa em plataformas de sustentação diante das surpresas dos caminhos.
 Voos passaredos, serra em floração, cantoria...  Sino dos ventos leva e traz harmonia! Contemplação!
Estação colorida e viçosa lembra-me vestes sedosas, saias fartas, rendas, leveza...
Invade-me a vontade imensa de recompor alguns bordados, vindos de mãos graciosas, a cobrir-me o corpo bem mais jovem!
No entanto, busco o argumento que me despe e, dessa natureza colossal, imagino estampas e apliques, formosas flores do fruto do algodão...  
Inspira-me o nascimento das ideias, dos sonhos, e o renascimento de mim mesma!
Imagino colheitas, enquanto vou degustando fé e café, queijos, rosca da rainha e biscoitos de goma de Dona Miranda.
Traços e figuras já têm a forma que previa há pouco... E ele surge no pensamento, nas mãos que põe à prova, o croqui estiloso. Surge estampado, alusivo às lendas da Índia Medieval.
Cheio de vida vem! 
Vem, meu vestido de chita! Vem trazer-me a aurora das cores, com fundo inspirado em primores de terra e além- mar de viagens...
Conta-me, em cada ramo, contos de encantos e a luta do solo ardente e sábio de um sol que irradia valores...
Parece feito sob medida,  o sonhado vestido de chita!
Lá fora, ventania encena...   
O vestido acena e veste-me plena!



Maria das Graças Araújo Campos.

Graça Campos. Prosa poética. Sob Medida. O vestido de chita.


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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Enquanto o pulso ainda pulsa, Clorofilas ainda cores... AMAZÔNIA!



Enquanto o pulso ainda pulsa
Clorofilas ainda cores,
Órgãos vitais suspiram!
Clamam pela consciência que, cinzenta,
Vai perdendo ciência em olor, sabor, saber...
A mata, o rio, o bicho, a gente pede por clemência,
E geme temerosa em dor...
O pulso pulsa,
O coração do mundo
Soluça!           
Ecoa rouca, a voz que, da garganta aos gritos,
Lamenta o choro, “AMAZONA”...
Chora o uirapuru, sofre a vida e seus ritos,
A mata se vai emudecendo...
Chora o bicho, o “dono da terra”,
Que será “Sem terra”?!
Sem ar,
Sem raiz,
Sem lema?
Pois, ao nascer, o destino deu vivência!
A elegância das copas floridas,
Rara beleza sem guarida, aonde vai?
Atirada aos feitores da ganância? 
Horrores!
Na face dos imbés e das bromélias,
Dúvidas, quebrantos,
Por toda a flora, prantos!
Força divina, criadora: Põe tento nessa humanidade que se encontra des /humana!   
Ressabiados, pássaros cantores, ainda em seus recantos,
Emitem, tímidos, uníssona cantiga: “Existência amiga”!
Penas camuflam imagens que, sonhadas, entorpecem-se da insônia,
Onde folhas se escondem apressadas, vivendo pesadelos, turbulência!
E, aos olhos grandes, cheios de maldade,
Os “maus olhados”...
Benze a floresta, Pai Nosso! Benze a floresta, os rios e habitantes,
Onde  a essência divina de tua arte
Quer vida, quer vida, quer vida agregando valores sapientes,
Descobrindo-se  o teto da decência!  
Salve a Amazônia!     


                                                                                                         
Maria Das Graças Araújo Campos. Enquanto o pulso ainda pulsa
Clorofilas ainda cores... AMAZÔNIA!
Graça Campos. 29/08/2017.


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terça-feira, 8 de agosto de 2017

BAGAGEM 9.2 (onde mora o menino e o velho amigo)...



Pai, em tua bagagem há riso de bom-humor, humano calor, sorriso/simpatia, onde mora o menino José, o moço velho e o sábio amigo. Dedicação, força, coragem,  garra aos montes... Sabedoria, amor e proteção! Provedor desprendido, que se diz “Homem rico”!
Sim, tudo e mais... Dessa riqueza referida aos teus tesouros, os filhos.
Vens de um tempo onde décadas lhe ampliaram o olhar ao mundo, ao ser! Provaste de questões políticas, períodos de guerra, a segunda mundial, regimes ditadores... E, como sabes contar! O viajor pegou carona nos conhecimentos e, talentoso, apreendeu, nas malas, a fala desenvolta, oralidade correta e expressiva. Das estradas, exímio condutor, consciente no volante de caminhões, cargas pesadas, tornando a luta diária sob-rodas, a certeza do sustento em  leveza e conforto à família.
Menino José, que vem de longe, bem nascido  no seio de família numerosa, dos Araújos d’além-mar e brasileiros. O mineiro, guerreiro de “Conquistas”!  Veem- se tão perto, propósitos divinos, que bem se dizem: _ “Deus escreve certo”! Pois, acertou em cheio!  O menino com apenas 8 anos, já escrevia e lia, a frequentar a escolinha da fazenda Bacuri, teve de entregar a mão à palmatória, desenvolvendo a escrita sem partidos, além de inteligência e bons costumes.
Acostumou-se às asperezas de época, sem mesmo se acostumar! Acostumou-se ao conforto  pelo esforço, tão logo ganhou asas, o arteiro, e ansioso em suas buscas, assim que tomou porte de moço, ganhou coragem de enfrentar a lida por si, às exigências da sobrevivência. (Amoroso, sentiu deixar os pais, mas sempre os visitava).
Em suas tarefas, mostrou agilidade e competência na área mecânica, do manuseio à manutenção de máquinas de grande porte. Um dia, fora observado, e, logo, convidado, a  acompanhar a empresa RAS- Companhia de Estradas e Rodagens.
Jovem, bonito, elegante, e prosa boa, o menino ainda hoje, mora na sapiência de um moço velho, carregando consigo, a fartura de uma vivência inenarrável! São só 92 anos com memória perfeita, e ele se conserva saudável!
Dia desses, passamos uma tarde tão calma, e tão prazerosa acompanhada do café da Lúcia e bolo e abraços. E, no protagonismo,  as narrativas, os causos reais. Emocionados,  todos, ouvíamos os fatos, data histórica, dia anterior àquele encontro. E não seria diferente  a presença de um largo sorriso que, por sinal, foi o grande motivo da emoção. 
Eram 65 anos na lembrança do moço que, pela primeira vez, avistava e pisava em terras serranas em companhia do amigo, engenheiro, Dr. Edésio! A aventura durou uma semana, partindo da capital BH, com destino a Serro. E os olhos do menino Zé de Paula brilharam! 
O transporte, um caminhão que fora do exército, rumo à Estrada Real, onde a Serra da Vacaria quebrava as molas de quantas pedras em plena via. Assim, foram as paradas obrigatórias, seguir viagem? Só após removê-las. O tal caminhão chegou a Conceição do Mato Dentro.
Por ali ficou. Carregou carga pesada  e se cansou. Afinal, D7 Caterpillar tem lá, suas toneladas!
Foi assim que pai chegou ao Serro, em 11 de junho de 1952.  Isso, antes de passar com o trator de esteira nas águas do Rio do Ouro Fino. Foram recebidos pela família Neném de Melo com café e boas-vindas!
Mais à frente, havia a ponte de madeira, sem chance de suportar o peso das máquinas, e o jeito foi passar dentro do rio, e cheio, devido á enchente ocorrida naquele período. Conseguiram passar nas águas, no terreno do Sr. Toninho (Antônio de Aloízio), em seguida pelas terras de Sr. Astério. Mais à frente, avistaram o SERRO!
Aí, abriram estradas, fizeram grandes amizades. Alguns se casaram, constituíram suas famílias, outros, não! O menino José, por sorte do destino, havia de se aventurar, pois, pelos planos divinos, a bela mulher serrana representava a matriz, maternidade que eu aguardava para vir à Terra em minhas raízes mais profundas!

Então, meu pai querido! Como é bonita a vida! Quantas bênçãos envolvendo a gente para que a vida renasça em forma de menina! Menina curiosa,  antes calada a observar minúcias em questões, o que entendo agora na maturidade muito falante!Quanta prosa! Parece fermento crescendo ideias e evoluindo e, na receita, firmeza, para não me derreter em lágrimas, enquanto ouço tuas histórias reais.

Obrigada, menino Zé! Obrigada, pai amado! Feliz dia!
Te amo!
Bjssssss
Foto 12/06/2017


Maria das Graças Araújo Campos. BAGAGEM 9.2 (onde mora o menino e o velho amigo).
08/08/2017.
Graça Campos



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Comunicar... Tarefa promissora, além de mero verbo!

Foto: Arquivo Pessoal.

Potencial compromisso dos mais responsáveis, o dom da palavra falada e/ou escrita, etc. E comum a todos em geral!
Dizem que a palavra vale prata e o silêncio vale ouro. No entanto, deixemos à mercê das releituras, classificar entre clichês, ou novas denominações.
No momento, opto por conceituar o dito dentre as proverbiais, claro, vindo a calhar em situações umas e outras. Contudo, nem sempre consta ou confere-se ao idealismo...
Comunicar, atividade de ultrapassar os textos, olhares, gestos, imagens, e desejar compartilhar, tornar comum, dividir multiplicando toda e qualquer ação, todo e qualquer sonho, tudo ao nada, nada ao todo, ao que compensa e descompensa, ao que real importa e ao que se julga, tanto subjugando quanto valorizando.
Enfim, ao léu, ao escarcéu, se se perde a ponta do cipó, que urja o desejo de buscar os nós e desatá-los. Fora grilhões, avante a compaixão! Abaixo o ruminar notícias desprovidas de significâncias elevadas! Desatem corredeiras de benquerença e bem fazer! Tomara Deus, o tempo se abasteça e pensamentos transbordem canções vivazes...
Aí, certamente vamos fazer valer os grandes feitos em pequenos gestos, como se, dentro do palheiro, haja o achado, se encontre a agulha de coser, de refazer, de crer e buscar sempre!
Comunicar... Tarefa promissora de ventos zéfiros, catando palavras como flores e encontrando abrigos em aromas de beijos e asas...
Assim, a fé e esperança vão dominar as bocas e as mentes, e haverá campos de girassóis mirando a gente...
Comunicar experiências sem luxo, assim como se desnudando sem pressa, porque o show fica por conta da transparência!

Maria das Graças Araújo Campos. Comunicar... Tarefa promissora, além de mero verbo!

Graça Campos, 07/08/2017.
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