quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Madrugada





A cidade esfrega os olhos

As janelas amarelam-se de luz a cada comando

Parecem pisca-piscas natalinos

Da grande árvore urbana.

Que acorda e se levanta, encara o dia - a - dia

Ainda tímida manhã, escuro próprio da hora

E a gente se banha se arruma e sai

Com qualquer coisa faltando

E corre para pegar ônibus

E corre , atravessa a rua

E corre para parar.

Para chegar...

Para voltar

E o ziguezague anda

Em outra madrugada...



Graça Campos Belo Horizonte, 08/10/2009.

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