sábado, 7 de novembro de 2009

Meu Batismo Matriz de São Lourenço


MANHUAÇU São Lourenço

Aos nove dias do mês de maio de mil novecentos e cinqüenta e quatro nesta Matriz fui batizada solenemente , Maria das Graças, nascida aos 18 de abril daquele ano, filha de José de Paula e Maria das Dores sendo meus padrinhos meus avós maternos Geraldo e Maria Cândida,pelo Pe. Tiago Eussen.
Em todos os meus aniversários meu pai me conta essa história. Na saída de Manhuaçu em direção a Manhumirim há um sobrado onde nasci.
O casarão pertencia a Família Costa, conhecida como Fazenda do Nico Picada. Meu pai faz questão de explicar que não nasci no hospital Maternidade) porque alguns amedrontaram minha mãe.
Uma enfermeira de nome Fifia foi pega pelas pernas dentro da igreja em plena celebração da missa de domingo por volta das 19:00 h. Era domingo de Páscoa!...
Meus pais que haviam se casado em Serro, seguiram os dois para Manhuaçu; ele a trabalho na empresa Mecanização RAS Ltda. Nome da empresa de construção de estradas em homenagem ao pai de um dos engenheiros, o senhor Rivalino Alves dos Santos. Conta que havia próximo ao hospital, uma quitanda do Seu Peri e Dona Lia que lhes forneciam os alimentos. Segundo ele, aos dois meses de idade, eu já era observadora e curiosa. Antes de alguém entrar no quarto , eu ouvia os passos no corredor de tábua corrida, e levantava a cabecinha mantendo-a erguida por instantes, para ver quem estaria chegando

4 comentários:

  1. Uma preciosidade esse meu avô!!!
    Se ele não conta, olha a história que iríamos ficar sem saber...
    Como é importante passar as informações para as gerações.
    Bjo, mãe!

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  2. Graça:você sabe sou pela preservalção da história viva, a que herdamos, a tranmitida pelos mais velhos, pelos mais "contadores'1 , pelos mais atentos.
    Adorei saber e atpé imanei, esperta qual sua eta Luiza, levantando a cabecinha:é o que ada faz, antenada ao todo e muitoas vezes, interpetando-o em telas ou versos.
    Abraços:
    Clevane

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  3. Outros Espaços Poéticos disse...
    Graça:você sabe sou pela preservação da história viva, a que herdamos, a transmitida pelos mais velhos, pelos mais "contadores' , pelos mais atentos.
    Adorei saber e até imaginei, esperta qual sua neta Luiza, você levantando a cabecinha:é o que ainda faz, antenada ao todo e muitas vezes, interpretando-o em telas ou versos.
    Obrigada por compartilhar.
    Abraços:
    Clevane

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  4. Vale a pena conhecer a história, a nossa própria então, corre-nos nas veias e a buscamos sedentos, afim de respondermos tantas questões internas. Se não fossem essas conversas e contação de histórias dos mais vividos, não conseguiríamos entender muita coisa. Você é como o vovô mãe, extremamente detalhista em suas narrativas, o que faz-nos sentir até o cheiro do local narrado, o som do respirar ofegante de outrora.


    Beijos, lindo demais!

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