segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

HORAS MORTAS


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Longe, bem na penumbra de meus pensamentos
Perecem aos borrões os mensageiros
Pétalas secas, cartas e bilhetes
De um amor que se perdeu no tempo

Bem longe, esmaecidas as lembranças
Pedacinhos entre as cinzas
Pode- se encontrar uma nuança

Morreram as horas descontentes
Na há flores
Nenhuma cor vibrante
Nem palavras, nem dores

Apenas horas mortas de saudades!...




Graça Campos, 10/01/2011

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