terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A VOZ DO SINO

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Os meus ouvidos cansados das lamúrias e das penas
Dormiram...
Ao léu deixaram a energia, o viver

Na alvorada da alma anuncia-se
O acordar na viva companhia,
Um alertar dos saltitantes sons
Em disparada

Ouça o ressoar da minha voz!
Venho dizer que a escolha é sua
Solte-se e leve para longe as queixas
Na voz das coisas eu sou mensageiro

À sua frente abre-se um letreiro
Apenas sinta o poder da vida
Transponha os males e, no equilíbrio,
Dos sonhos lindos haverá o abrigo

Não mais desfeitos serão seus ouvidos
Não se dê tempo aos tolos lamentos
Encontrará a energia, e o movimento
E há de acertar em breve, o amor e o tempo...



 

Graça Campos, 04/01/2011.
CAMPOS, Graça. Poema. A VOZ DO SINO.

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