sábado, 29 de outubro de 2011

VIAS do TEMPO...

Imagem  da web

Na linha do tempo a vida e o viver são ciclos em cujas vias de acessos mora a subjetividade nas curvas da mente, nas pontes, caminhos, penhascos e montes... Ideias que surgem!
E o trafegar intenso instigando o pensamento ora vigilante ora relapso, viaja e, não raro, se perde a frente dos ângulos. E em consequência, revolve a via crucis do próprio corpo, âmago, profundeza do ser, seja na sã consciência ou na insanidade, no pensar desalinhado, arraigado em “verdades figurativas” e, por esse misto dissimulador, em si se processam impactantes intervenções.
Itinerantes há os que se habilitem às “aventuras”... Riscam ou arriscam a própria sorte, os delimites tornam-se metas propulsoras de grandes descobertas de se “libertarem” da insana sanidade!
E os pontos de chegadas e partidas vão se confundindo nas vias da arquitetura do tempo!...





Graça Campos, 26/10/2011.
CAMPOS, Graça.Vias do Tempo.

3 comentários:

  1. Graça : vias do tempo, que belo texto , na verdade o tempo marca o nosso espaço a ser percorrido, e, é arte difícil sabermos marcar o nosso quadrante temporal, já que a vida é volátil se comparada com a eternidade...
    Teu final é lindo e foste feliz quando escreves " E os pontos de chegadas e partidas vão se confundindo nas vias da arquitetura do
    tempo! Parabéns mais uma vez. Jeronimo Sales

    ResponderExcluir
  2. Pois é! Nessas experiências de sanidade e insanidade, quem nunca se flagrou insano alguma vez? E o "verdadeiro", dito insano, que tem essa certeza sã, de sua própria insanidade? Essas bifurcações da vida se entrelaçam à outras, e as verdades e entendimentos são subjetivos. O tempo é mesmo um grande ARQUITETO! O tempo é a experiência vivida, o que foi; mudamos, transmutamos a cada lembrar e relembrar. O futuro, o tempo do porvir. E o tempo acabado (a morte): Finda? bjos, Karina

    ResponderExcluir
  3. A interação torna-se mágica quando, a cada contexto, acontece a reflexão, de tal forma que o "contemporâneo" dá passagem e faz reverência às existências... Oportunas e profundas marcas do pensar e do ser! Obrigada, queridos!
    Abraços,
    Graça

    ResponderExcluir