quinta-feira, 26 de julho de 2012

PAZ DE VERDADE!

Imagem do Google



Lago sereno, mansidão das águas,

Venho pedir coragem, encarar arestas
Como riqueza e fonte inesgotável
Do aprender!


Quero banhar-me, buscar a quietude
Acalentar batidas de meu peito,
Descompassadas
Ouvir em coro a voz da natureza
Que nasce junto ao canto da nascente,


Gota
a
gota ...


Na verde mata, canções de rouxinol
Perfeita harmonia e beleza
De mim, dispersas notas musicadas
Eis que percebo o afago das ramagens,
Sábio ensaio ao tom desafinado
A sussurrar meu pranto...



E ao ouvir o dedilhar nas cordas,
Meu coração se encanta!



Brilho de SOL de nota que aquece
Meu ser que ora amanhece
No entendimento da hora passageira



Eu silencio e sinto as mãos da paz
A me guiarem docemente,
À trilha dos afetos...


Entrelaçada no abraço forte
Meus olhos oceanos veem
A força e vida a mover os versos
Vêm devolver, o que incessante, espero
A PAZ que, de verdade seja!




Graça Campos, 08/07/2012.
CAMPOS, Graça. PAZ de VERDADE! Imagem do Google.

 

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