segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

NOVO TEMPO

 

Foto by Mateus Duarte Sto. Antônio do  Itambé/MG.


Pelas veredas do tempo,
sinto no peito, os desejos exalando o pulsar do recomeço.
Novo olhar, novo riso, novo choro.

Outro olhar, outra sede,
Inovação, reencontros.
E a vida vem amanhecendo e anoitecendo,
Fechando e abrindo, naturalmente, os ciclos,

A existência!

Para uns, um tanto anuviada...
Para outros, um tanto ensolarada!

A chuva, cadê?

Experimento o deserto e oásis.
Sinto falta da leveza do tempo ameno, sereno...

Cadê a brisa? O Vento?
É novo o caminhar...
O tempo é meu olhar!

Quero a frescura dos dias chuvosos lavando a alma da gente.
Quero o sol nascendo pelas frestas da janela de minha alma...
E o cantar dos dias com respingos temperados de esperança e calor...
Quero água de beber, e saciar a sede das revelações...
E a poesia das horas mortas e os versos brancos, a registrarem o sorriso, a lágrima,
o amor do feitio mais puro que a palavra possa desenhar...
Quero continuar poetizando a vida!...


Graça Campos, 04/01/2013.
CAMPOS,  Graça. Poema. Novo Tempo.
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