sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CAVALGANDO







Guerreiros, filhos da noite, morte e vida, fogo e água 
Humanos e os cavalos em seus destinos ligados.
Cavaleiro é luz do dia, de noite, cavalo é guia.
 
Cavalo alado, verso ventania
Despenteado, esbanja toda a crina.
É  paz, de tudo calmaria
 
Nos vales e campinas...
 
Cavalo de fogo, cavalo de aço,
cavalo de pau 
 
Animal
 
De porte esbelto, insiste, persiste, galopeia,
Empina, se ergue e vai...
 
Deus do vento, Centaurus
 
Imagino a galope nas ondas frias do tempo 
apostando nas nuvens, sem lenço, sem amarras,
nenhum documento...
 
Oh, sonhadores, seres destemidos, 
quantas histórias!
Permitam-me viver na persistência dessas marchas
 
ao som natural em busca das vitórias!





CAMPOS, Graça. Poema. CAVALGANDO. 25/09/2013. 
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