segunda-feira, 25 de agosto de 2014

DOS CÉUS DE ALBÂNIA, MADRE TERESA!




Dos céus de Albânia
A estrela que reluz, luz- esperança
Desce à Terra, e em suas andanças,
Mil corações afaga na lembrança,
As notas afinadas da canção
Do amor que cura
Por caridade, oh, missionária indiana...


Com seu olhar piedoso à natureza humana
Que, em prantos, quer socorro, sente dor
Dá colo e calma à criança sem dono
Com suas atitudes humanistas,
Sopra-lhes o calor, o bálsamo, provento...


Seus passos leves, mas, ligeiros pelo mundo
Acalenta coração e estômago
De quem está ao léu por essa vida...
Sem cerimônia, se aproximava dos enfermos
Dá-lhes doces palavras breves e sutis,
Encantadoras preces, fé e persistência:

- “Semeia paciência! Espera com esperança!
O Pai não desampara nenhum filho.”

Amor de madre, tuas vestes amparam
Seres humanos que se veem nas valas
Com tuas mãos, ergue-os em fervor!
Madre Teresa, das lições bondosas,
Tua alma bendita ensinou-nos sorrindo,
O remédio “sorriso”
Fez poesia de palavra e obra...
Na coragem precisa,
Convida a todos à vida bem vivida
E, ao abraçar, serenamente, ameniza
Os derradeiros suspiros
De tantas mortes, Madre Teresa de Calcutá!




Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos. Poema. DOS CÉUS DE ALBÂNIA, MADRE TERESA! 19/06/2014.

A MIL POEMAS A MADRE TERESA.

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