sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

RUBI

RUBI lembra minha vovó Maria Cândida! 





Eu sempre recebia de presente da vovó  anéis e brinquinhos de rubi






E, não por acaso, tem tudo a ver...
Amo  a cor rubi que vai do vermelho ao púrpura, a força feminina! 







Os Rubis são valiosas pedras da felicidade e fontes da mais pura energia e, desde a antiguidade, uma das mais bonitas e raras pedras preciosas. O nome Rubi vem do Latim rubeu, o que significa “vermelho”. Os gregos a veneravam como a mãe de todas as pedras preciosas. O Rubi, pensava-se, era o sangue da terra e representava a força do amor e da vida.

A pedra clássica é usualmente de um profundo, brilhante vermelho, mas pode ser encontrada em colorações rosa e cor de alfazema.

Os Rubis são oriundos dos Estados Unidos, Índia e Sri Lanka.

É uma pedra poderosa cuja energia estimulante pode trazer à tona coisas surpreendentes.

Como o Diamante, é um amplificador de energia – tanto a positiva quanto a negativa.

O vermelho é normalmente interpretado como uma cor de paixão, e algumas vezes o efeito do Rubi é o mesmo de sacudir uma capa vermelha na frente de um touro.

Os Rubis nos ajudam em todos os assuntos de amor, inclusive de amor a nós mesmo.

Eles beneficiam o coração e o sistema circulatório e podem promover a filtração e desintoxicação do corpo. A literatura também sugere Rubis para os olhos.

O Rubi é uma pedra de energia que estimula a motivação e a visualização.

Ele pode ajudar ao usuário a ser mais realista em relação a seus objetivos e mais honestos em suas intenções.

Os Rubis erram considerados pelos hindus como as pedras mais valiosas porque preservavam a saúde do corpo e da mente de quem os usava, removendo pensamentos maus, controlando os desejos amorosos, dissipando os vapores pestilentos e reconciliando disputas.

No Lapidário de Philippe de Valois é dito: “Os livros dizem-nos que o belo, claro e fino Rubi é o senhor das pedras, é a gema das gemas e se sobrepõe a todas as outras pedras em termos de virtude”.

Um tratado do século XIV atribuído a Sir John Mandeville assegura ao fortunado usuário de um brilhante de Rubi que ele viverá em paz e concordará com todos os homens, que nem sua terra nem os seus serão levados para longe, e que ele será preservado de todos os perigos.


A mágica da pedra também guardaria sua casa, suas árvores frutíferas e vinhas dos danos causados pelas tempestades.

Todos esses bons fatos seriam alcançados se o Rubi, colocado num anel, bracelete ou broche fosse usado no lado esquerdo.

Em Burma, os Rubis eram valorizados por sua invulnerabilidade.

Para se chegar a isso, o Rubi deveria ser inserido dentro da carne de modo a tornar-se parte do corpo.

Aqueles que incrustavam Rubis em sua pele acreditavam que se tornavam inatingíveis por quaisquer feridas causadas por lanças, espadas ou revólveres.

Sabe-se que alguns soldados imprudentes passam relativamente sem ferimentos através dos muitos perigos da guerra e, portanto, é fácil entender como essa superstição muitas vezes parece facilmente verificada.



Imagens e pesquisa Google.
Por Graça Campos 06/02/2015.

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