quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

RUBI



Filha do fogo, 
vestida de  lida
em qualquer parte  
chegadas e partidas

Inquieta, vou conjugando:
Eu borboleta, borboleteio, borboletando
entre tulipas e madressilvas,
vou solfejando...

Sou, no silêncio, a parceria equilibrista
Da ímpar/ciência, buscando vida
treinando saltos,
sonhos  à vista...

Do lado esquerdo em pedra rubra,
o som coragem
é  companhia...

Oh, meu “RUBI”,
das variantes  avermelhadas preciosidades
vermelho sangue,
escarlate
rompendo  tons
de liberdade...

Permanente e fascinante lapidação   
de minha alma caçadora
pensando alto, me fantasio
 voo de águia pretensiosa...
Se já fui fênix, por que não?
Ariana
filha do fogo,
vestida de  lida
em qualquer parte  
chegadas e partidas
Rubi!

Graça Campos, 20/02/2015.
Maria das Graças Araújo Campos. Poema. RUBI.

Nenhum comentário:

Postar um comentário