domingo, 5 de abril de 2015

Símbolos e Religiosidade - Metáforas



Símbolos e religiosidade - Metáforas
Em tempos atuais, o sentido real de Páscoa fica um tanto alterado ou mesmo subentendido já que a época envolve tradições, rituais e símbolos de tempos imemoriais culturais, religiosos, portanto, históricos.
Sim, os símbolos acompanham os seres humanos desde sempre, tanto os antigos quanto os recentes e não vão deixar de existir. Essenciais, já que carregam e assumem linguagem simbólica, ou seja, linguagem emocional, sentimental, linguagem dos sonhos e ideais que sustentam e nutrem a fé de um povo, as aspirações, os medos, as certezas, as “verdades” absolutas da humanidade. Caso deixassem de existir, acredito, seria o caos, o atropelo de ideais, de fé, e religião, dentre outras consequências envolvendo a  História Geral e a do entendimento da própria vida. A história registra através do tempo as origens com tamanha profundidade e créditos de relevância estrutural de crenças em simbologias e suas manifestações onde a base é o respeito a confiança e a força espiritual adquiridos através deles os sinais, figuras extremamente tradutoras eficazes, necessárias metáforas da religiosidade onde a bagagem de cada ser vivifica ou não a natureza humana e suas questões exitenciais. Portanto, símbolos considerados indispensáveis, pelo fato de representarem a fantasia, o fervor, às práticas, os ritos nas origens, no tempo e na vida do homem, o ser.
Os  bonitos e saborosos  ovos de chocolate que fazem a diferença quanto às marcas e tamanhos, modelos, qualidade ( quanto maiores, melhores,  e mais desejados), referências de religiosidade implícita no significado.
A Páscoa tem seu charme e graça nos doces chocolates, sim, que adoçam momentos e são marcantes presenças em tais celebrações. Afinal, datas têm a ver com os presentes, (cultura), não resta dúvida! Os famosos ovos da Páscoa representam o novo, o nascer, renascer, costume antigo entre os povos do Mediterrâneo, que, durante as festividades para comemorar o início da primavera, a época de plantar, os ovos eram cozidos, pintados e presenteados, para representar a fertilidade e a vida.
Para os cristãos, a páscoa se refere a passagem para novos tempos, novas esperanças.
No entanto, original, a Páscoa para os judeus – Pessach  (em hebraico - passar além) é comemorada pela conquista da liberdade pelos hebreus, que viviam como escravos no Egito, simbolizando o retorno à vida digna.
Páscoa é a vitória sobre a morte. A ressurreição de Jesus anuncia que temos possibilidade de uma vida baseada no amor, no respeito, na dignidade humana, esperança e fé.


Viver a vida em plenitude com amor, amor de Deus, ao próximo, e a nossa vida, que é o maior presente! Começando a trabalhar o amor a partir dos mais necessitados, movendo o nosso olhar e atuando em prol dos que sofrem.

O PAI quer a Vida sempre, nunca a morte.  
Onde se instale a tristeza e /ou negatividade, faz-se necessário auxiliar, plantar sementes de alegria, de serenidade, solidariedade. Assim vamos transformando as paisagens do mundo onde o sofrer passa da dor (pelo calor humano) para a o amor fraternal.
E, se nos lapidamos, perdoamos, certamente dias melhores surgirão. Vivenciar a páscoa é derramar doçuras e sorrisos, compartilhar as alegrias e conquistas.
Páscoa: Renascimento e descobertas do “EU” que se interessa pelo “Eu” do próximo com leveza, sem inveja, sem maldizer, sem mesquinhez, sem egoísmo!
Páscoa verdadeira é doçura, amor, alegria, favor, libertação fé VIDA!
Se eu estiver em conexão com Deus, certamente a minha páscoa terá o sentido da verdade!



Feliz Vida!
Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos, 05/04/2015.

Imagem Google.




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