quarta-feira, 16 de setembro de 2015

HORAS MORTAS em Antologia A la recherche du temps



Longe, bem na penumbra de meus pensamentos
Perecem aos borrões os mensageiros
Pétalas secas, cartas e bilhetes
De um amor que se perdeu no tempo...
Bem longe, esmaecidas as lembranças
Pedacinhos entre as cinzas
Pode- se encontrar uma nuança
Morreram as horas descontentes.
Não há flores,
Nenhuma cor vibrante
Nem palavras
Nem dores...
Apenas
Horas
Mortas
De
Saudades!
MARIA DAS GRAÇAS ARAÚJO CAMPOS. Poema. HORAS MORTAS. MG/ BRASIL.
Obra: A la recherche du temps perdu
Além do tempo
Autor: Charles-Amable Lenoir
Estilo: Academico

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