quarta-feira, 11 de novembro de 2015

LIBERDADE




Pássaro verde esperança
 Vai e vem de peito aberto
À luz do alvorecer
Abre a cortina do dia
Novo horizonte descobre
E continua a miragem




Adentra portal futuro
Experimenta, desfruta,
Retorna frutificado
 E singra por entre as fontes,
Visita torres e montes...







No abraço do reencontro
Crepitam os sentimentos
Inverte revoa e dança
 Corta o espaço destemido
Entre a terra e o céu
 Na consciência da vida





Liberdade é toda cor
Amor silêncio e dor
É esperar acontecer
 A vida a morte o nascer

Assistir ao espetáculo
Ver acender as estrelas
Ouvir segredos da noite
 Despir de toda roupagem
Dar asas à doce essência
Alcançar a luz da Lua









E com olhares de mina
Debulhar os pensamentos
Derramar toda o tormento
 Sonhar  paz entre os humanos
  Em novo tempo de amores...





Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos. Poema. Liberdade.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Do Silêncio Pensador...




Relato de uma "florista"

No campo, 
Sintonia
Vida!
Simplicidade
Sabedoria
Olhares de esperança
conversam com as flores  

Respostas. Perguntas?
Respostas!

Relva acaricia em
suspiros leves do vento,
mãos calejadas,
e na face,
um breve riso...

pés cautelosos
caminham, caminham..

boca
espera a hora
certinha!

Vai ter na mesa o pão,
nada mais é preciso,

gratidão!

Quando a vida for sentida, de fato!



Graça Campos, 09/11/2015.Poema. Relato de uma florista.

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FOGO!

FOGO!
Queima a rosa
Onde a vida brotou inocência
Queima a alma
Onde a morte pairou em fogo...
Graça Campos
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PAIXÃO!


Chamas ardem
O amor padece
Morte da rosa
A memória chora...
Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos,





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JANELAS ABERTAS




Janelas abertas
renovadas,
belas energias.


De dentro,
namoro a vida

vezes calma,
outras,
folia...


De fora,
ventania caçando sonhos,
brisa, flor,
cheiro de cor...

Bem-vinda- Alegria!






Graça Campos, 09/11/2015.


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terça-feira, 3 de novembro de 2015

ÁGUA “Pranto” FOGO “Desencanto”


ÁGUA “Pranto” FOGO “Desencanto”
Um dia  esbocei o pensamento em  grito  de alerta  
e colori o  “PRANTO”!
No exílio das águas, mais que saudades,  o desencanto!
Acenam labaredas atuais, ardendo em ramas...
Jamais imaginei pintar o fogo assim devastador,
e as cenas do cotidiano escorrem lágrimas,
secam pastos e rebanhos,
Afogam-se refugiados na sede da sobrevivência,
E os refúgios  "viram" sonhos de novas residências...
Um caos! 
Em pleno mar de vida,
Queimando em  labaredas,
ou naufragando no choro da alma aflita...
Vão desfazendo  o eco  da existência, 
em 
tons
de
cinza,
lembranças restantes
De amor à vida!
Habitantes! 
A natureza queima e arde em brasas desumanas...
ÁGUA “Pranto” - FOGO “Desencanto”
Imagem Fonte: Google
Maria das Graças Araújo Campos, 03/11/2015
Poema. ÁGUA “Pranto” FOGO “Desencanto”  



Pinturas a óleo Graça Campos

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