segunda-feira, 21 de novembro de 2016

CONSCIÊNCIA NÃO TEM COR...



"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra".
Bob Marley



Em minha pele, há um misto de cores, do preto ao branco, "parda", acastanhada, vermelha, amarelada? 
Desbotada, quando meus olhos anuviados perdem o brilho de enxergar a cor da aura e, incapazes, veem apenas o lado externo, carapaças do mundo, estilhaços de ignorância, pre/potentes, in/ conscientes.
Pois a cor dos pensamentos sem trapaças e tormentos é a que banha de saber ser, e, oportunamente, adentra, esmiuça tabus e reverte conhecimentos. É no batente, pelas andanças em sóis ardentes, em terras frias de moiras crentes, dias sombrios de mãos atadas, dores malditas, e sonhos bentos, que os pés firmes, fincam o solo da consequência, cavam desertos, limpam os olhos e a visão clarividente, vê finalmente, o colorido miscigenado nos esqueletos que restam da insensatez dos preconceitos.

Consciência não tem cor... Tem alma e sentimento, sabor de histórias, do princípio da vida, de onde se vem, e o que se é, para quê... Somos a soma do que fazemos! Somos todas as cores do mundo!

Imagem Fonte: Google

Maria das Graças Araújo Campos, 20/11/2016.

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