domingo, 8 de janeiro de 2017

SER SUSTENTÁVEL... SER ELEGANTE...



SER SUSTENTÁVEL... SER ELEGANTE...
Das ocupações que sustentam o mundo...
Que mundo? O meu? O seu? O das ideias, das atuações?
De um e de outro, pois somos atores ora protagonistas, ora coadjuvantes, ora vilões neste anfiteatro das existências sempre atuando. Com plateia e sem plateia. A cada segundo, sou nascente, sou água corrente de tudo o que penso e falo e planto por esse espaço, o mundo. O meu, o seu, o nosso. E colho o que penso e colho o que semeio... E, no olhar pensado ou impensado, transformo o universo em que habito. Para pior, ou melhor. Sou causa e efeito. Provoco atmosferas. Basta o manuseio das cores de cada sintonia.
Criam-se estratégias de sustentabilidade. Cria-se a miséria, a sujeira, a fome. As trincas surgem no mundo. Aquecimento, resfriamento, escassez, escassez!
Onde estará a cor da paz, a cor do amor, do ar, quando as águas retornarem em azul, quando os rios se despoluírem, quando a fome desaparecer, e as camadas sociais se fartarem em igualdade? Qual será a cor de minha mente? Qual será o sabor de minha mesa, e o brilho de meus olhos, se eu não tiver a habilidade de ser o artista de meu caminhar?
Que seja eu plantador consciente, porque não há camuflagem no sabor da colheita!
Há momentos na vida nos quais, por descuido, vacilamos.
O discernir se distancia e cria cor desbotada. Bastaria um leve movimento para o declínio certeiro. Invigilante e míope correr-se-ia o risco da intolerância.
Contudo, há palavras e comportamentos que, para muitos, significam hábitos ultrapassados dos quais não abro mão, porque não jogo fora as tradições, nem as radicalizo, como também vou me inserindo às novidades de cada época e do contemporâneo. Não abro mão da elegância, que é amiga e facilita o discernimento. Questão de treinamento. Simples arejar a ordem onde reina a ruminância dos atentados. Atentado ao sossego, à privacidade, ao respeito e a aceitação das diferenças.
Interessante experimentar aprender com as diferenças! Decerto, um lapidar constante como escaladas sob a conduta prevista em “valores” éticos e morais tão comentados, os mesmos que se vão perdendo nos campos efetivos, em consequência das “OCUPAÇÕES”!
Aposto na postura trajada do não julgamento, e da fineza das "palavras mágicas"! Isso sim, deveria estar intrínseco na simples forma de cultivar a mais pura sustentabilidade do espaço chamado “EU”, universo de cada ser!
É a essa elegância a que me refiro. De salto alto, ou andar rasteiro, não importa. Mas com a serenidade da retidão. Que os pés perpassem o chão, e nele, os rastros sejam dignos de abrir as veredas do entendimento. E, elegantemente, empinem-se, ergam-se e singrem pelas alturas. A essa hora, a criatura intuída, conversa com DEUS!
Daí terá alcançado a sustentabilidade para si, para o outro e para os que virão!


Maria das Graças Araújo Campos
G Graça Araújo Campos
Graça Campos. Ser sustentável... Ser Elegante!


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