domingo, 23 de abril de 2017

LIVROS: Cordões em tessitura, estradas da memória...




LIVROS: Cordões em tessitura,  estradas da memória...


Livros, acima de amigos, guias, mestres mudos, onde embarques e desembarques reencontram sentidos, emoções, motivos de viagens  inusitadas de  saber aprimorado!
Alteram-se questões e atiçam buscas do viver e aprender! 
Alinham-se filtragens , composições e decomposições de conceitos, aceleram ideias, e tornam vivaz a vontade de ver além dos cumes, e cumeeiras, acendendo lâmpadas, remexendo memórias e criando cenários na abordagem desse universo de letras, imagens, documentários, e o sangue corre nas veias das lembranças, levando e trazendo histórias reais ou mesmo ficcionais.
Livros, janelas abertas, onde os ventos se arranjam em pensamentos moídos, remoídos, à frente de cada tempo,  sem se dar por vencidos em temporais e adventos...
Livros, alimentos, se bem escolhidos, argumentos que  se aninham como sementes, brotando vida, ressurgimento...
Livros têm asas, dão-nos asas,  tornam-nos pássaros que migram ao conhecimento...
Páginas de descobertas, alertas, sem trancas...  

Cordões em tessitura,  estradas da memória, onde os registros falam o que a mente e alma revelam... Silenciosos, driblam os gritos, as dores, as alegrias, os fatos e a proeza das vozes que calam, fazem pensar, agir, rever e reerguer nas entrelinhas, incontáveis fênix da vida!



Maria das Graças Araújo Campos. LIVROS: Cordões em tessitura,  estradas da memória...

Graça Campos/23/04/2017.







Origem da palavra Livro 
Uma espécie de papel primitivo era feito com essa membrana. Em inglês, “Book”, vem de  bok  de raiz germânica significa faia, uma árvore. Enfim, O termo "livro" nos remete, em várias línguas, a palavras relativas a árvores. Na maioria das línguas latinas (libro em espanhol e italiano, livre em francês) veio do latim liber, a fina camada fibrosa entre a casca e o tronco da árvore que, depois de seca, pode ser usada para escrever (e realmente era, num passado longínquo). Já nas línguas de origem anglo germânicas (book em inglês, Buch em alemão e boek em holandês) o termo advém de bokis, nome da árvore que hoje se chama beech em inglês, da qual se faziam tábuas onde eram escritas as runas, uma antiga forma de escrita da Europa do Norte.
Fonte Google






sábado, 22 de abril de 2017

Som das montanhas...




O som das montanhas convida-nos às notas musicais em cada vida: mineral, animal e vegetal à altura dos limites...  "LIBERDADE", sendo bicho, pedra, mata, águas...
Com tons e vozes singulares comunicam com o TODO e silenciam! Sabem ouvir respeitosamente o universo individual de cada ser natural...
Uma sinfonia envolta de respeito à morada de todos!

VIVA o respeito à Terra!


Maria Das Graças Araújo Campos
Graça Campos. O Som das Montanhas

Lincença Criative Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-No Derivative Works 3.0 Brasil License.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

terça-feira, 4 de abril de 2017

PADRÃO DE BELEZA






Especialmente o corpo feminino é visto sob normas e formas ditadas, de acordo com cada época como convêm ou convinha à sociedade, ao consumismo. Na verdade, um pacote de regras rígidas, na maioria, frustrantes. O corpo feminino visto como instrumento e objeto.
E a originalidade, o sorriso, o caminhar exclusivo de cada idade? Felicidade?
Muito se estuda, comenta-se, manifesta-se, debate, acusa-se e defende-se sobre a mulher em sua história. Em alta, a exigência de respeito, de igualdade, conquistas desde tempos remotos, buscando por seus anseios.
Através de lutas constantes, sofrimentos gritantes, mulheres, ao longo dos séculos, vêm tentando ocupar, por direito, a decência e dignidade, reconstruindo e recriando autoestima, ocupação, produtividade, ação, conhecimento, aceitação, disciplina, liberdade e valor por mérito.
E a beleza? O que é ser belo (a)?
Bela questão de consciência, e de pontos de vista. Sendo assim, a minha liberdade de expressão denota que beleza é riso solto, alegria, originalidade, competência, talento, inteligência, autoconfiança, e respeito.
À beleza não cabe enquadrá-la em padrões que excluem e discriminam. Padronagens são perfeitamente cabíveis em coisas, objetos. Portanto, o belo é bem a cara da riqueza interior, do tom da fala, do som que se emite, do verbo que se cria na ação do pensamento e das ações concretas.
Em seu mais alto e livre padrão, acredito na beleza que reflete o brilho nos olhos, leveza em transparência e luz interior, que acende e ascende a vida...

TIM – TIM, À SAÚDE: física, mental e espiritual!
Hoje o estilo é a moda!
O charme fica por conta da liberdade.
A escolha é de cada qual.
O Feminino busca e rebusca os adornos para contornar o “Ser” Mulher da cabeça aos pés...
E, acima do gênero, a essência humana em foco: ser para SER!
Beleza é autenticidade e responsabilidade no vai vem das voltas que a vida dá...
Beleza é  renovar-se nos aprendizados, beber da fonte dos sonhos, ter coragem, fé e foco dia-a-dia nos embates das horas. Beleza é cada qual se respeitar , brilhar e  aceitar o brilho do outro. É cair, levantar, seguir, vestir a túnica do conhecimento e dar vida à vida.
Beleza é viver e não ter vergonha de ser feliz!

Maria das Graças Araújo Campos
Graça Campos29/03/2017

Lincença Criative Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-No Derivative Works 3.0 Brasil License.